Salvador será palco de uma mobilização de movimentos sociais e organizações da sociedade civil nesta segunda-feira (18). O ato é direcionado contra a Lei 9.955/2026 e deve reunir representantes e apoiadores da pauta LGBTQIAPN+ em diferentes atividades ao longo do dia.
A lei proíbe a exposição, afixação ou distribuição de materiais visuais e informativos sobre identidade de gênero e transição de gênero voltados para crianças na rede municipal de ensino e em unidades de saúde da capital baiana.
A programação começa às 9h, com uma audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O encontro terá como foco o debate sobre políticas públicas voltadas à população LGBTQIAPN+, reunindo ativistas, especialistas e representantes de entidades que atuam na defesa de direitos humanos.
Já no período da tarde, às 14h, está previsto um ato público com concentração na Câmara Municipal de Salvador. A manifestação pretende cobrar posicionamentos do poder público e defender a garantia de direitos fundamentais.
A mobilização deve contar com a presença da ativista Manuella Tyler, além de lideranças do movimento LGBTQIAPN+, como Camile Nascimento, conhecida por sua atuação na defesa dos direitos humanos, e Keila Simpson, uma das principais referências históricas do movimento trans e travesti no Brasil.
Organizações e coletivos também confirmaram participação no ato, que tem como objetivo denunciar o que classificam como retrocessos e reforçar a mobilização social em defesa da população LGBTQIAPN+
Segundo os organizadores, a expectativa é reunir militantes, representantes de entidades e cidadãos que defendem a ampliação e proteção de direitos. A mobilização também pretende chamar atenção para a necessidade de políticas públicas voltadas ao combate à violência e à discriminação.









